quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Escolha...







Sabe, eu não sei o que acontece comigo, mas de alguma forma eu atraio todos os tipos de pessoas para mim, e olha que eu sou muito chato, que às vezes nem eu me agüento. E o que é pior, não vem apenas pessoas boas nessa atração, vêm pessoas ruins, verdadeiras sanguessugas da minha felicidade.

O que fazer nessas ocasiões? Evitar falar com a pessoa, simplesmente porque eu não gosto ou não fui com a cara dela...  Ou manter uma relação circunstancial de amizade, ou, coleguismo, apenas por formalidade, pra depois a pessoa achar que eu estou sendo falso com ela?

Quem me conhece, sabe que eu critico e falo de tudo e todos, mas nem por isso é falsidade. Eu não tenho o direito de falar de ninguém, nem de interferir no livre-arbítrio da pessoa enquanto ser humano. Mas nem por isso eu deixo de comentar isso ou aquilo, quem não o faz?

Quando pessoas entram em nossas vidas, mesmo quando não queremos, como, por exemplo, o que está acontecendo agora nas eleições, como devemos agir? Como saber que qual dessas pessoas irá influenciar definitivamente para melhor ou pior nossas vidas? Quem fará o melhor para minha nação?

Existem pessoas que conhecemos, que podem definir nossa conduta, nossos atos, nossos direitos, que ninguém mais pode, exceto nós mesmos. Meio confuso isso, não é mesmo?

Mesmo querendo ou não, pessoas surgem em nossas vidas, nem sempre como e quando queremos, mas o fato circunstancial que dá forma a esta incógnita, é, que podemos controlar quando elas saem, ou os atos que a fará perceber que está incomodando, como na eleição, em que escolhemos quem deverá influenciar nossas vidas, definitivamente é um direito nosso, e que não podemos jogá-lo fora a custa de fins lucrativos.
Afinal, amigos não se compram, se conquistam, assim como a felicidade que ele os trazem. Pense nisso, e comente!

Carlos Ferreira


Um comentário:

  1. Carlos é contraditório, adoro isso.
    UHAUHAUHAUHAUHA
    Parabéns, pelo blog, muito bacana! =D

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