segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nimbus Entrevista: Lumena Besson

"As ligações de amizade são mais fortes que as do sangue da família."
( Giovani Boccaccio )

Parafraseando Marília Gabriela, é com essa frase que eu começo o Nimbus Entrevista, que conversa hoje com Lumena Besson, graduando em Ciências Biológicas pela Unesp/Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira. 

Nimbus: Qual é o tema da nossa entrevista?
Lumena Besson: Família.

N.: Em que sentido?
L. B.: N       ão sei, da importância dela. Foi a primeira coisa que me veio na cabeça.

N.: Por quê?
L. B.: Não sei, oras. Veio-me à cabeça, eu disse.

N.: O que é família pra você?
L. B.: Minha base meu sustento.

N.: Só isso?
         L. B.: Você sabe a definição de base? É o fundamento pra qualquer coisa e já demonstra grande importância pra mim.

N.: diz: Quanto custa uma família?
L. B.: Existem coisas que nada no mundo compra.

N.: diz: Uma pessoa só é família?
L. B.: Não? Pelo menos eu acho que não da pra se feliz sozinho.

 N.: diz: Família então é felicidade?
L. B.: Pra mim sim, é meu bem mais precioso.

N.: diz: Mas pode-se ter família e não ter felicidade, certo?
L. B.: Só de se estar vivo é um motivo pra se sentir feliz. A felicidade se constrói em momentos.

N.: Você afirmou que família é felicidade. Se a felicidade se constrói em momentos, a família também?
L. B.:         Sim, cada conversa, cada gesto.

 N.: Deus, fé e religião é família?
L. B.: Minha família é que me levou a conhecê-los, e agradeço por isso.

N.: diz: “Só de estar vivo é um momento pra se sentir feliz". Mesmo que esteja só?
L. B.: Não vou me contradizer dizendo que sim, já disse que pra mim não da pra ser feliz sozinho, mas a vida é uma dádiva, sem dúvidas.

N.: Mas compensaria então, viver, mesmo que sem felicidade?
L. B.: Pra mim só quem tira a vida é Deus. Não temos esse direito. Se eu disse que só Deus tira a vida, é claro que em qualquer circunstancia se vale a pena viver.

N.: Existe felicidade mesmo sem haver família?
L. B.: Depende o conceito de felicidade de cada um, pra mim não.

N.: Amigos é família, e quando passam a ser família?
L. B.: Não da pra descrever, é só sentindo mesmo, essas coisas vem do coração.

N.: Defina Lumena em uma palavra.
L. B.: Incógnita.

N.: Amigo em uma palavra.
L. B.: Irmandade.

 N.: Amor em uma palavra.
L. B.: família, RS.

 N.: Um sonho?
L. B.: Realização profissional.

 N.: O mundo?
L. B.: Injusto muitas vezes.

Eu agradeço a Lumena Besson por autorizar a publicação dessa entrevista,  e desejo a ela os meus protestos de mais elevada estima e consideração. Não deixem de comentar e não percam o próximo:


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